Territorialização de Cidade de Deus na pauta do Prefeito em Exercício de Vitória

O prefeito em exercício de Vitória de Santo Antão, Professor Edmo Neves, recebeu nesta terça-feira (26/04), no Palácio José Joaquim da Silva Filho, sede do poder executivo municipal, representantes da localidade conhecida como Cidade de Deus, entre eles o vice-presidente da Associação dos Moradores da Vila de Cidade de Deus, Antônio Arruda, e o morador Zezinho Tito.

“Viemos pedir uma ajuda ao senhor para que seja regularizada essa situação, pois a gente tem sido muito prejudicado quanto a não saber de qual cidade nós somos. Tem lugar que a gente é Moreno, outros órgãos já dizem que somos de Vitória. Fomos todos obrigados a transferir nosso título para Moreno” destacou Antônio Arruda. “Mas agora nossas contas da Celpe vêm no endereço Cidade de Deus/Vitória de Santo Antão”, completou Tito.

Os moradores apresentaram uma planta elaborada pela Diretoria de Programas Especiais da Secretária de Habitação do Governo do Estado, com um levantamento do terreno, que segundo eles serve de prova de que a Vila de Cidade de Deus pertence ao município de Vitória de Santo Antão. No canto inferior direito existe a demarcação do terreno “localizado à margem esquerda da BR-232 no sentido Recife-Vitória, na altura do KM-40. Limita-se ao note com a BR-232, ao sul com as terras do Sr. José Demery Carneiro, a oeste com terras do Sr. Silvino Pinto de Oliveira e a leste com terras do Orfanato Cidade dos Órfãos”.

De acordo com o prefeito em exercício, Professor Edmo Neves, em breve será refeito todo o georreferenciamento das terras do município. A gestão da cidade de Vitória também vai buscar entendimento com a administração de Moreno, municípios fazem limite na área de Cidade de Deus, a fim de buscar no diálogo, a solução para o antigo problema dos moradores.

“Iremos levar essa pauta também ao deputado Joaquim Lira, que representa nosso município na Alepe, para que ele possa agilizar o processo de regularização das terras de Cidade de Deus. Não pouparemos esforços políticos para que essa situação, que se arrasta por quase duas décadas, seja definitivamente resolvida”, explicou Professor Edmo Neves.

Fotos: Carlos Eduardo/Divulgação

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